| Nos primórdios do
capitalismo, a filosofia gerencial esteve voltada para a
administração relacionada diretamente com o processo de
produção. O setor de
produção era o "olhos da empresa" o processo
de fabricação e tratamento "violento" sobre
os operários caracterizou a filosofia dos primeiros
administradores.
Dentro da teoria do conhecimento
podemos afirmar que estávamos diante de um
"empirismo" exacerbado prevalecendo a
dicotomia: "subordinação ou miséria para os
operários.
Com o surgimento da teoria
"científica" proposta por TAYLOR, passamos do
empirismo para o racionalismo o processo de produção
foi adequado ao conhecimento proposto pelas técnicas
científicas da eficiência.
Tivemos então, a passagem do acaso
para o previsível, isto é, a administrador pode se
antecipar aos acontecimentos.
Com Henry Fayal, a administração
científica proposta por TAYLOR se torna mais completa
através da departamentalização dos setor da empresa
através dos seguintes processos: Planejar, Organizar,
Dirigir e Controlar.
Planejar- processo de
sistematização que visa obter o maior rendimento
possível com os recursos disponíveis.
Organização- os recursos
disponíveis serão arranjados de tal maneira à
maximizar o produção.
Dirigir cabe os supervisor
ou ao chefe conduzir todo o processo de produção
racionalmente.
Controlar É preciso
controlar as variáveis que podem impedir o êxito do
empreendimento, por ex. demitir, controlar, incentivar,
punir, etc.
FILOSOFIA GERENCIAL:
Filosofia Gerencial é a
concepção geral do processo produtivo do qual o
administrador deduz certa forma de conduta.
A partir de 1829, com a grande
crise financeira do ocidente, isto é, a quebra das
bolsas de Nova York, é o grande transtorno decorrido,
há um entrave no processo de circulação das
mercadorias, ocorrendo uma crise sem precedente, nunca
imaginada anteriormente, uma crise de superprodução.
Todas as crises que a capitalismo
conhecerá até então eram crise de subprodução, isto
é, pela falta.
Desse modo, o depto de produção
deixa de ser o depto mais importante da empresa, sendo
substituído em importância, pelo depto de vendas.
MUDANÇAS DE PARADIGMAS (
modelo):
Filosofia "concepção
geral de mundo do qual se deduz certa forma de
conduta".
Com a mudança de paradigmas, a
concepção geral de mundo se altera e a conduta também.
Se o modelo concebido após a
década de 40, esteve voltado para o mercado e não mais
para a produção, com, adotar o modelo autoritário da
Administração clássica originário de TAYLOR e FAYAL ?
Era preciso uma nova postura,
condizente com a nova realidade.
O PROBLEMA DA DEFINIÇÃO:
Em TAYLOR e FAYOL, administrar era
sobre se fazer obedecer. Na administração voltada para
o mercado, o líder deve saber promover e conciliar.
A imagem das empresa não se faz
mais através, somente da tecnologia que automaticamente
se faz conhecer como a administração clássica
propunha, mas sim através de uma bem elaborada companha
publicitária.
O real se torna imaginário, surge
o consumo de massa.
A massa, diferente da multidão ou
dos grupos , não tem "rosto". É anônimo,
porém atuante sobre os destinos da empresa.
Produz-se, não mais para o
público, sim para o público alvo. O consumo está
centrada no consumidor. A concorrência e a disputa
mercadológica assenta-se na satisfação plena do seu
público que passa a ser tratado como
"criança".
1945 Roosevelt
"O descartável"- voltado
a vendas
Política da Big Stick
voltada para produção / imagem
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