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Coluna Humberto

Contribuição de Edigar Santana

...... Comunicação Empresarial – como ferramenta de marketing.

Comunicação Empresarial – não é despesa, e lucro.

A Comunicação Empresarial é formada de várias partes que fazem parte de um grande jogo Empresa.

Cuidado: Existem cegos querendo aplicar elefantes em método braile.

A Comunicação Empresarial como ferramenta estratégia é que determina o fracasso ou sucesso mercadológico de uma empresa indispensável para: finanças, produção, pesquisa e desenvolvimento, recursos humanos, organização e métodos, que devem funcionar juntos para o sucesso de grande jogo.

Comunicação Empresarial como atividade Sistêmica.

A Comp. Emp. como atividade sistêmica é de caráter estratégico sempre ligada ao alto escalão da empresa visando a criação da imagem da empresa. Junto a quem?

Externamente ligado aos públicos prioritário. ( público alvo ).

Esquema de comunicação Empresarial.

Empresarial Empresa

Cunho Administração

Administração Sistêmica þ Permanente ( tem que funcionar o tempo todo – RH e outro)

A Comunicação Empresarial depende do tempo de sistemas implantados.

Sistema: um conjunto de peças funcionando sistematicamente (permanente) visando um único objetivo: Mailing List, arquivos em geral, folders... etc.

A função da Comunicação Empresarial é de caráter estratégico como ferramenta do marketing Empresarial ... ou mesmo do marketing global... buscando sempre share do mercado.

A função tática também existe para necessidade de se apagar incêndios. ( A função tática é relegada para a execução de simples tarefas.

Roger Cahen – Comunicação Empresarial:

A Comunicação Empresarial é um ferramenta estratégica de atividade sistêmica que tem por objetivo a criação. A Comunicação é empresarial porque lida com a empresa.

Ela não tem a função tática porque esta função só pode ser usada para apagar incêndio, ou seja; para situação de risco e socorro ( para alguns momento ).

O Objetivo da Comunicação Emp. é alcançar o share mercadológico – pedaço, fatia.

O CORPO FALA:

Símbolos são ferramentas da mente.

Um símbolo antigo dá-nos a estrutura psicossomático do homem e da linguagem do nosso corpo.

Nos Capítulos que se seguem, vamos observar o realce das partes do corpo que tem a incansável tarefa de compreender a inteligência humana.

A característica dominada do símbolo: esta característica está ligada o tempo todo, e fugir da palavras oral ou escrita.

Estaremos lembrando que o uso das próprias letras se perde nos primórdios da civilizações.

Comunicação Global. ( palestra )

  • Compreende os vários tipos de comunicação:
  • Pessoal;
  • Cultural;
  • Empresarial;
  • Mercadológica.
  • Quando temos todas as respostas, iniciamos inúmeras perguntas:
  • Contexto histórico;
  • Teoria sociais subjacentes;
  • Modêlos do processo de comunicação.

Através de Estímulo se obtém a resposta:

Modelo de Laswell.

  • Quem diz?
  • Diz o que?
  • Em que canal?
  • Para quem?
  • Com que efeito?

Quem obtém o quê e de que forma:

Fonte de informação

Receptor

  Transmissor

Destinatário

 

Fonte de ruído

O emissor denomina a massa.

A comunicação serve para compartilhar ( comunicar é transmitir ).

Massa – é a comunidade.

Elite - é aquela que obtém informaçôes seletivas.

Mercado Global:

  • "A vida não promete segurança assegura oportunidades".
  • Talento
  • Conhecimento
  • Informações
  • Alegria

Tendência:

  • Dificultametro – medir o verdadeiro grau de dificuldade;
  • Comoditização
  • Espelho de comunicação.

ARGUMENTAÇÃO E VIOLÊNCIA:

Como argumentação modifica o estado das coisas, as características de um discurso epdictico é argumentação. Quem toma iniciativa de um debate é comparável a um agressor.

A sociedade fornece o tipo de discurso epdictico: cerimônias, ofícios religiosos, pronunciamentos de gestores empresariais, grande manifestações que servem à comunhão de espíritos.

Já em contrapartida, nos grande atos revolucionários, os dirigentes usam o controle dos meios para comunicar as idéias, criando condições prévias para argumentação.

Esta condição de criar condição prévia, significa não à violência ou simples adesão.

Coesão X liberdade espiritual (liberdade de juízo)

( Enquanto existe a liberdade de espírito é exclusa a violência )

Quando o orador impõe ao auditório a obrigação de executar:

Léria, é uma forma disfarçada de coesão. (Léria = fala astuciosa; lábia. - "Aurélio" ).

Ética Liberal:

Segundo Calogero , este concebe o dever do diálogo como: liberdade de expressão de fé e esforço para convencer os outros.

Quando existe a necessidade de uma ação na discussão o debate e necessário indo simplesmente além da dialética.

A vida social exige autoridade do objeto julgado a discussão deve prosseguir organizadamente... porque toda a iniciativa é regulamentada.

A interdição absoluta ou o prosseguimento de uma discussão ficam numa zona intermediária regida por tradições, costumes extremamente complexas.

O que a vida social de uma comunidade arrasta consigo é uma decisão e argumentações que a precederam.

TRATADO DA ARGUMENTAÇÃO:

Segundo "Pascal" "toda os homens são quase sempre levados a crer não pela prova, mas pela atrativo". Ele procura explicar este fato dizendo que as coisas são verdadeiras ou falsas conforme a face pela qual a olhamos. Assimilando a adesão por um auditório universal, notamos que o indivíduo apresenta validade às teses que poderiam encontrar detratores com ou sem má fé. O fanatismo é o exemplo "vivo do crer pelo atrativo ou persuasão" já em contra partida o cepticismo exige prova coerciva, prova demonstrativa não se contentando com menos para aderir a uma tese. Como a prova reto rica jamais é totalmente necessário, o espírito que dá sua adesão, às conclusões de uma argumentação faz simplesmente por um ato que envolve e pelo qual é responsável. O fanático simplesmente aceita o envolvimento se inclinado ante uma verdade absoluta: o céptico se recusa a tal envolvimento a pretexto de que ele não lhe parece poder ser definitivo. Recusa- se a aderir a verdade absoluto, porque tem da adesão uma idéia que se assemelha à do fanático: ambos desconhecem que a argumentação visa a escolha entre possíveis; tencionado tomar racional uma decisão. Fanatismo e ceptismo negam essa função da argumentação em nossas decisões. Tanto o fanático como céptico inclinam-se a deixar na falta de razão coerciva, campo livre à violência, recusando envolvimento pessoal.

O ACORDO:

Primeiro necessitamos refletir sobre o que é aceito como ponto de partida de raciocínio e depois, da maneira pela qual essa se desenvolvem graças a um conjunto de ligações e de dissociações. Esta divisão de ligação ou dissocração é nada menos que "ginastica mental que nos permite expor a tese e análise de argumentação versando sobre o que é" presumidamente admitido pelo ouvintes.

A própria escolha das premissas e sua formulação raramente estão isentas de valor argumentativo: trata-se de uma séria preparação para o raciocínio sendo já o primeiro passo para a utilização persuasiva do locutor.

O orador se utilizará desta pratica para construir sua tese contando com a adesão dos seus ouvintes às proposições iniciais, mas estes também podem recusar não aderindo o que o orador lhes apresentar ou também por perceberem o canal unilateral usado na escolha das premissas pelo orador. Isto pode levar os ouvintes a ficarem contrariados mediante a apresentação de tais premissas.

Comunicação Empresarial – Roger Cahen

A Pirâmide de Cristal

..Ponta – Hierarquia..
.........Atividade - o que aparece.........
Atitudes - ações individuais, cada indivíduo é responsável
...................................Políticas - zona de perigo...............................
........................................Filosofias - Base sólida, história....................................
..........................................................Base - Corporação........................................................
  1. Atividades:As atividades são o todo visível da pirâmide. Esta parte pode ser vista tanto do lado de fora como da parte interna da empresa. Ela parece ter a forma de uma pirâmide menor, mas na verdade é ilusão ótica, porque ela não funcionará se for agir isolada ou separada da pirâmide.
  2. Atitudes:Esta parte de "atitudes" é a parte mais difícil da pirâmide dentro da com empresa, porque ela fica exprimida entre, política e atividade. Esta parte vai forçar membro da empresa individualmente e os sistema em seu todo, tanto os indivíduo como os sistemas devem ter atividades, coerente com o que a empresa deseja demonstrar. Exemplo: imagem, ética verdadeiras etc.
  3. Políticas:Realmente esta área política é o zona de maior perigo. Nem é preciso dizer que é das políticas - leis que surgem os atitudes que reagem a vida de uma empresa ( os públicos percebem, não enxergam ).
  4. Filosofias:Este segmento é o base da pirâmide onde todo complexo se apoia. Tente fazer 1 pirâmide se apoiar sem base...

TEMA DO TRATADO "Hierarquias"

A argumentação não se prende somente nos valores conceitos e abstratos mas também nas hierarquias, que são justificáveis, porque buscam um fundamento de defesa. Portanto, concluímos que os valores relativos às pessoas são superiores aos valores relativos às coisas.

A hierarquias estão apresentados sob dois aspectos: há hierarquias abstratos e concretos. A também vários termos que podemos chegar sendo preferíveis sistematizar estes valores.

Dentro das hierarquias podemos assegurar uma ordenação de tudo a que estar submetido ao princípio que a segue.

Existe portanto as hierarquias quantitativos e heterogêneos. Por exemplo: a hierarquização dos valores abstratos não ordenados quantativamente não significam que sejam independentes porque os valores são geralmente ordenados entre si.

As hierarquias de valores são mais importantes do ponto de vista das estruturas de uma argumentação do que os próprios valores. Com efeito, a maior parte destes são comuns à um grande número de auditório. O que caracteriza cada auditório é menos os valores que admite do que como o modo que se ordena hierarquicamente.

Muitos auditórios particulares se utilizam desses mesmos valores com maior ou menor força. A intensidade da adesão a um valor em comparação com a intensidade com a qual se adere a outro determina entre esses valores uma hierarquia que se deve levar em conta. "Quando esta intensidade não é conhecida com precisão suficiente o orador tem a liberdade de se utilizar dos valores que deseja não tendo a necessidade de se justificar.

IMAGEM: "Roger Cahem

Imagem é o conceito que os indivíduos possuem sobre as coisas. Obs. Tudo e todos tem imagem; inclusive a respeito de se próprio.

Empresas não são diferente das pessoas. Geralmente pensam ser melhor do que são, podemos exemplificar observando o andar da diretoria, pois os funcionários sabem e muito bem da verdade.

A imagem da empresa quando e bem trabalhada é galgada em bases filosóficas, ou seja "crenças bem definidas".

Para que estas bases filosóficas sejam postas em prática, a questão da imagem prática é veiculada à mecanização política. O fruto do seguimento das políticas vai consequentemente originar novas atitudes ( atitudes individuais que compõe o todo empresarial ) e por últimos estas atividades são enxergadas pelas políticas prioritárias através das atividades da empresa.

Atitudes- são notados ( percebidos )

Atividades – são enxergadas ( vistas )

PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL:

Planejar é implantar, controlar, controlar, dever e começar o tempo todo ( permanente ).

A criação e a implantação de sistema e atividade voltada para criar e manter a imagem positiva da empresa, junto ao seus públicos prioritários deve estar sendo vista o tempo todo, pela suas bases filosóficas, políticas e atitudes.

Necessidade físicas:

  • Links: sala, computador, telefone.

Necessidades Humanas

  • Recursos humanos.

Na organização das atividades podemos implantar sistemas como por exemplo:

  1. Mailing list.
  2. Implantação do sistema de arquivos:
  3. Históricos – documentos antigos, coleção dos primeiros produtos fabricados e objetos à fins para que possam ser usados nos folhetos institucionais, relatórios de diretoria, ou até mesmo de ordem referencial ( informações para fornecedores ), fornecedores inclusive de bens e serviços ou informações gerais para o público prioritário da empresa.
  4. Documentários, cartas "de" e "para" memorandos comunicados, comunicação geral.

Tratado: A questão do acordo do orador e seu público dependerá e muito da premissa ou seja; dependerá de processo de ligação e dissociação ao nível mental.

O acordo tem por objeto premissas explícitas e ligações particulares. A escolha de um premissa para que se possa iniciar um processo argumentativo dependerá de uma preparação para o raciocínio muito mais do que uma simples introdução. A premissa funciona como persuasão e 1º passo no processo argumentativo.

Os objetos de acordo devemos lincar objetos de valor; crenças, fatos e verdades, podendo separá-las em duas categorias:

  1. Relativos ao real. (crença, verdade, filosofia )
  2. Preferível.

A concepção que os indivíduos possuem do real pode variar de acordo com as opiniões filosóficas ou seja culturais e variantes de indivíduo para indivíduo. Na argumentação, tudo que se presume, falar sobre o real se caracteriza por uma pretensão de validade (credibilidade ).

Quando apresentamos verdades gerais a um auditório devemos fazê-lo junto a um auditório universal, para não corrermos o risco do fracasso.

Ao contrário do interior podemos no lançar de hipótese ou presunção, unicamente ao tipo de auditório definimos como auditório particular.

FATOS E VERDADES:

Os fatos e as verdades geralmente estão interligados, não esquecendo que os fatos que são admitidos já são fatos acordados entre um outro orador e um e outro auditório em tempo prévio.

Os valores destes fatos reais e até mesmo da presunção que atinge as categorias do real e do preferível e admitido ao objeto que seja um ser ( humano ) de um ideal exercendo uma ação à disposição a uma influência determinada que pode alegar uma organização de um ponto de vista que considere a todos.

PICE- Plano Integrado do Comunicação Empresarial: Roger Cahen

É a atividade e a necessidade que as empresas têm de motivar novos processos organizacionais para serem implantados.

O ideal deste plano é a adesão de todos os segmentos da empresa.

Para iniciar o plano é preciso apresentação prévia por parte do responsável por "Comunicação Empresarial".

"Ninguém ama o desconhecido! ( Aristóteles)

Com Rigor e Critério é feita uma análise pelo consultor.

A análise abordará:

  1. Levantamento histórico: história passado da empresa e atual;
  2. Seus produtos e serviços: distribuição, venda, pós venda, sucesso, fracasso, pontos fortes,, pontos fracos, política de marketing.
  3. Relações: Colaboradores (Internos), Clientes (Externos), Fornecedores, Governo, Bancos, Associações Patronais como FIESP – CIESP, Sindicatos, Concorrentes.
  4. Cultura: Pessoas em todos os níveis, canais formais e informais de Comunicação,

Grau de transparência: ( identificação de "gargalos" – áreas de atrito )

Abertura para novas idéias

Aceitação das novas idéias

  1. Comunicação interna Formal: Mural (quadro de avisos), House Organ, Comunicados em geral;
  2. Comunicação Externa Formal: Publicidade em geral, Publicidade Interna / Externa, Média, Folhetos, Relatórios anuais de administração etc.
  3. Atividade para os Públicos internos: ( Eventos, Festas comemorativas, Campeonatos esportivos, Premiações por distinção "MOTIVAÇÃO").
  4. Atividade para Públicos Externos: ( Eventos, Doações, Apoio Cultural ).
  5. Identificação Visual: logotípia, papelaria, uniforme, Escritório etc.