| Comunicação Empresarial como
ferramenta de marketing. Comunicação Empresarial não é
despesa, e lucro.
A Comunicação
Empresarial é formada de várias partes que fazem parte
de um grande jogo Empresa.
Cuidado: Existem cegos
querendo aplicar elefantes em método braile.
A Comunicação
Empresarial como ferramenta estratégia é que determina
o fracasso ou sucesso mercadológico de uma empresa
indispensável para: finanças, produção, pesquisa e
desenvolvimento, recursos humanos, organização e
métodos, que devem funcionar juntos para o sucesso de
grande jogo.
Comunicação
Empresarial como atividade Sistêmica.
A Comp. Emp. como
atividade sistêmica é de caráter estratégico sempre
ligada ao alto escalão da empresa visando a criação da
imagem da empresa. Junto a quem?
Externamente ligado aos
públicos prioritário. ( público alvo ).
Esquema de
comunicação Empresarial.
Empresarial
Empresa
Cunho
Administração
Administração Sistêmica
þ Permanente ( tem que funcionar o tempo todo RH
e outro)
A Comunicação
Empresarial depende do tempo de sistemas implantados.
Sistema: um
conjunto de peças funcionando sistematicamente
(permanente) visando um único objetivo: Mailing List,
arquivos em geral, folders... etc.
A função da
Comunicação Empresarial é de caráter estratégico
como ferramenta do marketing Empresarial ... ou mesmo do
marketing global... buscando sempre share do mercado.
A função tática também
existe para necessidade de se apagar incêndios. ( A
função tática é relegada para a execução de simples
tarefas.
Roger Cahen
Comunicação Empresarial:
A Comunicação
Empresarial é um ferramenta estratégica de atividade
sistêmica que tem por objetivo a criação. A
Comunicação é empresarial porque lida com a empresa.
Ela não tem a função
tática porque esta função só pode ser usada para
apagar incêndio, ou seja; para situação de risco e
socorro ( para alguns momento ).
O Objetivo da
Comunicação Emp. é alcançar o share mercadológico
pedaço, fatia.
O CORPO FALA:
Símbolos são ferramentas
da mente.
Um símbolo antigo dá-nos
a estrutura psicossomático do homem e da linguagem do
nosso corpo.
Nos Capítulos que se
seguem, vamos observar o realce das partes do corpo que
tem a incansável tarefa de compreender a inteligência
humana.
A característica dominada
do símbolo: esta característica está ligada o tempo
todo, e fugir da palavras oral ou escrita.
Estaremos lembrando que o
uso das próprias letras se perde nos primórdios da
civilizações.
Comunicação Global. (
palestra )
- Compreende os vários
tipos de comunicação:
- Pessoal;
- Cultural;
- Empresarial;
- Mercadológica.
- Quando temos todas as
respostas, iniciamos inúmeras perguntas:
- Contexto histórico;
- Teoria sociais
subjacentes;
- Modêlos do processo
de comunicação.
Através de Estímulo
se obtém a resposta:
Modelo de Laswell.
- Quem diz?
- Diz o que?
- Em que canal?
- Para quem?
- Com que efeito?
Quem obtém o quê e de
que forma:
O emissor denomina a
massa.
A comunicação serve para
compartilhar ( comunicar é transmitir ).
Massa é a
comunidade.
Elite - é aquela que
obtém informaçôes seletivas.
Mercado Global:
- "A vida não
promete segurança assegura oportunidades".
- Talento
- Conhecimento
- Informações
- Alegria
Tendência:
- Dificultametro
medir o verdadeiro grau de dificuldade;
- Comoditização
- Espelho de
comunicação.
ARGUMENTAÇÃO
E VIOLÊNCIA:
Como argumentação
modifica o estado das coisas, as características de um
discurso epdictico é argumentação. Quem toma
iniciativa de um debate é comparável a um agressor.
A sociedade fornece o tipo
de discurso epdictico: cerimônias, ofícios religiosos,
pronunciamentos de gestores empresariais, grande
manifestações que servem à comunhão de espíritos.
Já em contrapartida, nos
grande atos revolucionários, os dirigentes usam o
controle dos meios para comunicar as idéias, criando
condições prévias para argumentação.
Esta condição de criar
condição prévia, significa não à violência ou
simples adesão.
Coesão X liberdade
espiritual (liberdade de juízo)
( Enquanto existe a
liberdade de espírito é exclusa a violência )
Quando o orador impõe ao
auditório a obrigação de executar:
Léria,
é uma forma disfarçada de coesão. (Léria = fala
astuciosa; lábia. - "Aurélio" ).
Ética Liberal:
Segundo Calogero , este
concebe o dever do diálogo como: liberdade de expressão
de fé e esforço para convencer os outros.
Quando existe a
necessidade de uma ação na discussão o debate e
necessário indo simplesmente além da dialética.
A vida social exige
autoridade do objeto julgado a discussão deve prosseguir
organizadamente... porque toda a iniciativa é
regulamentada.
A interdição absoluta ou
o prosseguimento de uma discussão ficam numa zona
intermediária regida por tradições, costumes
extremamente complexas.
O que a vida social de uma
comunidade arrasta consigo é uma decisão e
argumentações que a precederam.
TRATADO DA
ARGUMENTAÇÃO:
Segundo "Pascal"
"toda os homens são quase sempre levados a crer
não pela prova, mas pela atrativo". Ele procura
explicar este fato dizendo que as coisas são verdadeiras
ou falsas conforme a face pela qual a olhamos.
Assimilando a adesão por um auditório universal,
notamos que o indivíduo apresenta validade às teses que
poderiam encontrar detratores com ou sem má fé. O
fanatismo é o exemplo "vivo do crer pelo atrativo
ou persuasão" já em contra partida o
cepticismo exige prova coerciva, prova
demonstrativa não se contentando com menos para aderir a
uma tese. Como a prova reto rica jamais é totalmente
necessário, o espírito que dá sua adesão, às
conclusões de uma argumentação faz simplesmente por um
ato que envolve e pelo qual é responsável. O fanático
simplesmente aceita o envolvimento se inclinado ante uma
verdade absoluta: o céptico se recusa a tal envolvimento
a pretexto de que ele não lhe parece poder ser
definitivo. Recusa- se a aderir a verdade absoluto,
porque tem da adesão uma idéia que se assemelha à do
fanático: ambos desconhecem que a argumentação visa a
escolha entre possíveis; tencionado tomar racional uma
decisão. Fanatismo e ceptismo negam essa função da
argumentação em nossas decisões. Tanto o fanático
como céptico inclinam-se a deixar na falta de razão
coerciva, campo livre à violência, recusando
envolvimento pessoal.
O ACORDO:
Primeiro necessitamos
refletir sobre o que é aceito como ponto de partida de
raciocínio e depois, da maneira pela qual essa se
desenvolvem graças a um conjunto de ligações e de
dissociações. Esta divisão de ligação ou
dissocração é nada menos que "ginastica mental
que nos permite expor a tese e análise de argumentação
versando sobre o que é" presumidamente admitido
pelo ouvintes.
A própria escolha das
premissas e sua formulação raramente estão isentas de
valor argumentativo: trata-se de uma séria preparação
para o raciocínio sendo já o primeiro passo para a
utilização persuasiva do locutor.
O orador se utilizará
desta pratica para construir sua tese contando com a
adesão dos seus ouvintes às proposições iniciais, mas
estes também podem recusar não aderindo o que o orador
lhes apresentar ou também por perceberem o canal
unilateral usado na escolha das premissas pelo orador.
Isto pode levar os ouvintes a ficarem contrariados
mediante a apresentação de tais premissas.
Comunicação Empresarial
Roger Cahen
A
Pirâmide de Cristal
| .........Atividade - o que
aparece......... |
| Atitudes
- ações individuais, cada indivíduo é
responsável |
| ...................................Políticas - zona
de perigo............................... |
| ........................................Filosofias - Base
sólida, história.................................... |
| ..........................................................Base - Corporação........................................................ |
- Atividades:As
atividades são o todo visível da pirâmide.
Esta parte pode ser vista tanto do lado de fora
como da parte interna da empresa. Ela parece ter
a forma de uma pirâmide menor, mas na verdade é
ilusão ótica, porque ela não funcionará se
for agir isolada ou separada da pirâmide.
- Atitudes:Esta
parte de "atitudes" é a parte mais
difícil da pirâmide dentro da com empresa,
porque ela fica exprimida entre, política e
atividade. Esta parte vai forçar membro da
empresa individualmente e os sistema em seu todo,
tanto os indivíduo como os sistemas devem ter
atividades, coerente com o que a empresa deseja
demonstrar. Exemplo: imagem, ética verdadeiras
etc.
- Políticas:Realmente
esta área política é o zona de maior perigo.
Nem é preciso dizer que é das políticas - leis
que surgem os atitudes que reagem a vida de uma
empresa ( os públicos percebem, não enxergam ).
- Filosofias:Este
segmento é o base da pirâmide onde todo
complexo se apoia. Tente fazer 1 pirâmide se
apoiar sem base...
TEMA DO TRATADO
"Hierarquias"
A argumentação não se
prende somente nos valores conceitos e abstratos mas
também nas hierarquias, que são justificáveis, porque
buscam um fundamento de defesa. Portanto, concluímos que
os valores relativos às pessoas são superiores aos
valores relativos às coisas.
A hierarquias estão
apresentados sob dois aspectos: há hierarquias abstratos
e concretos. A também vários termos que podemos
chegar sendo preferíveis sistematizar estes valores.
Dentro das hierarquias
podemos assegurar uma ordenação de tudo a que estar
submetido ao princípio que a segue.
Existe portanto as
hierarquias quantitativos e heterogêneos. Por exemplo: a
hierarquização dos valores abstratos não ordenados
quantativamente não significam que sejam independentes
porque os valores são geralmente ordenados entre si.
As hierarquias de valores
são mais importantes do ponto de vista das estruturas de
uma argumentação do que os próprios valores. Com
efeito, a maior parte destes são comuns à um grande
número de auditório. O que caracteriza cada auditório
é menos os valores que admite do que como o modo que se
ordena hierarquicamente.
Muitos auditórios
particulares se utilizam desses mesmos valores com maior
ou menor força. A intensidade da adesão a um valor em
comparação com a intensidade com a qual se adere a
outro determina entre esses valores uma hierarquia que se
deve levar em conta. "Quando esta intensidade não
é conhecida com precisão suficiente o orador tem a
liberdade de se utilizar dos valores que deseja não
tendo a necessidade de se justificar.
IMAGEM: "Roger
Cahem
Imagem é o conceito que
os indivíduos possuem sobre as coisas. Obs. Tudo e todos
tem imagem; inclusive a respeito de se próprio.
Empresas não são
diferente das pessoas. Geralmente pensam ser melhor do
que são, podemos exemplificar observando o andar da
diretoria, pois os funcionários sabem e muito bem da
verdade.
A imagem da empresa quando
e bem trabalhada é galgada em bases filosóficas, ou
seja "crenças bem definidas".
Para que estas bases
filosóficas sejam postas em prática, a questão da
imagem prática é veiculada à mecanização política.
O fruto do seguimento das políticas vai consequentemente
originar novas atitudes ( atitudes individuais que
compõe o todo empresarial ) e por últimos estas
atividades são enxergadas pelas políticas prioritárias
através das atividades da empresa.
Atitudes- são notados (
percebidos )
Atividades são
enxergadas ( vistas )
PLANEJAMENTO DE
COMUNICAÇÃO EMPRESARIAL:
Planejar é implantar,
controlar, controlar, dever e começar o tempo todo (
permanente ).
A criação e a
implantação de sistema e atividade voltada para criar e
manter a imagem positiva da empresa, junto ao seus
públicos prioritários deve estar sendo vista o tempo
todo, pela suas bases filosóficas, políticas e
atitudes.
Necessidade físicas:
- Links: sala,
computador, telefone.
Necessidades Humanas
Na organização das
atividades podemos implantar sistemas como por exemplo:
- Mailing list.
- Implantação do
sistema de arquivos:
- Históricos
documentos antigos, coleção dos primeiros
produtos fabricados e objetos à fins para que
possam ser usados nos folhetos institucionais,
relatórios de diretoria, ou até mesmo de ordem
referencial ( informações para fornecedores ),
fornecedores inclusive de bens e serviços ou
informações gerais para o público prioritário
da empresa.
- Documentários,
cartas "de" e "para"
memorandos comunicados, comunicação geral.
Tratado:
A questão do acordo do orador e seu público dependerá
e muito da premissa ou seja; dependerá de processo de
ligação e dissociação ao nível mental.
O acordo tem por objeto
premissas explícitas e ligações particulares. A
escolha de um premissa para que se possa iniciar um
processo argumentativo dependerá de uma preparação
para o raciocínio muito mais do que uma simples
introdução. A premissa funciona como persuasão e 1º
passo no processo argumentativo.
Os objetos de acordo
devemos lincar objetos de valor; crenças, fatos e
verdades, podendo separá-las em duas categorias:
- Relativos ao real.
(crença, verdade, filosofia )
- Preferível.
A concepção que os
indivíduos possuem do real pode variar de acordo com as
opiniões filosóficas ou seja culturais e variantes de
indivíduo para indivíduo. Na argumentação, tudo que
se presume, falar sobre o real se caracteriza por uma
pretensão de validade (credibilidade ).
Quando apresentamos
verdades gerais a um auditório devemos fazê-lo junto a
um auditório universal, para não corrermos o risco do
fracasso.
Ao contrário do interior
podemos no lançar de hipótese ou presunção,
unicamente ao tipo de auditório definimos como
auditório particular.
FATOS E VERDADES:
Os fatos e as verdades
geralmente estão interligados, não esquecendo que os
fatos que são admitidos já são fatos acordados entre
um outro orador e um e outro auditório em tempo prévio.
Os valores destes fatos
reais e até mesmo da presunção que atinge as
categorias do real e do preferível e admitido ao objeto
que seja um ser ( humano ) de um ideal exercendo uma
ação à disposição a uma influência determinada que
pode alegar uma organização de um ponto de vista que
considere a todos.
PICE- Plano Integrado
do Comunicação Empresarial: Roger Cahen
É a atividade e a
necessidade que as empresas têm de motivar novos
processos organizacionais para serem implantados.
O ideal deste plano é a
adesão de todos os segmentos da empresa.
Para iniciar o plano é
preciso apresentação prévia por parte do
responsável por "Comunicação Empresarial".
"Ninguém ama o
desconhecido! ( Aristóteles)
Com Rigor e
Critério é feita uma análise pelo consultor.
A análise abordará:
- Levantamento
histórico: história passado da empresa
e atual;
- Seus produtos e
serviços: distribuição, venda, pós
venda, sucesso, fracasso, pontos fortes,, pontos
fracos, política de marketing.
- Relações:
Colaboradores (Internos), Clientes (Externos),
Fornecedores, Governo, Bancos, Associações
Patronais como FIESP CIESP, Sindicatos,
Concorrentes.
- Cultura:
Pessoas em todos os níveis, canais formais e
informais de Comunicação,
Grau de transparência: (
identificação de "gargalos" áreas de
atrito )
Abertura para novas idéias
Aceitação
das novas idéias
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- Comunicação
interna Formal: Mural (quadro de avisos),
House Organ, Comunicados em geral;
- Comunicação
Externa Formal: Publicidade em geral,
Publicidade Interna / Externa, Média, Folhetos,
Relatórios anuais de administração etc.
- Atividade para
os Públicos internos: ( Eventos, Festas
comemorativas, Campeonatos esportivos,
Premiações por distinção
"MOTIVAÇÃO").
- Atividade para
Públicos Externos: ( Eventos, Doações,
Apoio Cultural ).
- Identificação
Visual: logotípia, papelaria,
uniforme, Escritório etc.
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